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Mais uma vergonha da esquerda judaica norte-americana
08/04/2018 11:00 em Notícias

O príncipe Salman estende cada vez mais a mão saudita com seus 270 bilhões de barris de petróleo ainda por explorar. Tolo quem não aceitar.

Príncipe Salman declara que os judeus tem direito à Terra de Israel e Bernie Sanders grita que não acredita em israelenses

Não é notícia de primeiro de abril, até porque estamos no dia 2 para 3 de abril. Parece coisa do “Mundo Invertido”, do “Planeta Bizarro” do super-homem, ou do enredo de um documentário de décima categoria.

Em visita aos EUA, o Príncipe Salman, o homem da família Saud hoje no poder na Arábia Saudita, se encontrou com lideranças judaicas norte-americanas em Nova Iorque e foi entrevistado por Jeffrey Goldberg, editor-chefe do The Atlantic, uma revista mensal em papel com espelho na internet e programa de podcast de rádio, voltada a análises políticas.

Matéria do The Atlantic onde o regente da Arábia Saudita afirma que Hitler pode ser considerado suave em relação às pretenções e práticas dos aiatolás do Irã e afirma, pela primeira vez que Israel tem o direito de existir.

Com o a principal matéria da próxima edição e divulgada neste dia 2 de abril na web, o Príncipe Coroado da Arábia Saudita já inicia seu discurso declarando que o líder supremo do Irã “faz Hitler parecer até uma boa pessoa…”, e prossegue taxativo afirmando que a Arábia Saudita “reconhece o direito dos povos judeus a sua própria terra.”

Com apenas 32 anos de idade, e ciente de que a união entre a Arábia Saudita que foi constituída como um país, por seu bisavô, pela força das armas, com apoio e contratos de exploração de petróleo com os Estados Unidos em 1937-1938, é uma união estável e cada vez mais forte, o Príncipe Salman dispara contra a agenda palestina e da esquerda judaica.”

“Eu acredito que palestinos e israelenses tem o direito a sua própria terra”, disse o Príncipe Mohammed bin Salman, batendo de frente com a agenda do Hamas e da esquerda mundial. Neste momento a Arábia Saudita que liderou a retirada dos países árabes da Assembleia Geral da ONU em 1947 quando foi aprovada a Partilha da Palestina, revê sua decisão de Estado e passa a apoiar a solução dos Dois Estados, enquanto o Hamas e a esquerda mundial querem apenas um estado árabe.

Jefrey perguntou sobre o antissemitismo na Arábia Saudita, pois sabemos que nos últimos 10 anos os clérigos do Estado desfiaram um rosário terrível contra os judeus baseados na parte final do Corão que assim declara. Mas Salman já falou anteriormente que está removendo o caráter fundamentalista do islã saudita, passando-o para moderado e disse: “Nosso país não tem problemas com judeus. Nosso Profeta Maomé, casou com uma judia. Não era apenas uma amiga: era a esposa dele. Os vizinhos de nosso Profeta eram judeus. Você vai encontrar judeus na Arábia Saudita vindos com as empresas americanas e europeias. Não há problemas entre cristãos, muçulmanos e judeus. Temos problemas como você encontra em qualquer outro lugar entre algumas pessoas.”

Sobre os laços econômicos que quer estreitar, Salman declarou: “Israel é uma grande economia apesar de seu tamanho, e é claro que temos muitos interesses a compartilhar com Israel e se houver paz, haverá muito interesse entre Israel e o Conselho de Cooperação do Golfo além do Egito e Jordânia.”

A situação entre Arábia Saudita e Israel está mudando tão rápido quanto a própria sociedade saudita com a inclusão das mulheres. Um dos efeitos desta mudança foi a permissão para a India Airlines, em seus voos diretos para Israel, poder cruzar o espaço a aéreo saudita o que já está acontecendo e sempre havia sido proibido. A EL AL está pressionando o governo israelense para fazer logo um acordo semelhante com Salman, pois os voos da indiana tiveram uma redução de uma hora e meio e isto significa mais conforto e menos gasto de combustível.

O lesa-pátria Gideon Levy desceu mais um degrau para toda a esquerda judaica com seu editoria Força de Massacre de Israel onde afirma que para os judeus de Israel (menos ele é claro) matar palestinos e como matar mosquitos. É um discurso antissemita publicado pelo jornal israelense Haaretz e talvez faça Gideon receber mais um prêmio pelo seu “jornalismo heroico em defesa dos direitos humanos”…

Estas ótimas notícias são manchadas por dois ícones mundiais da esquerda judaica. O primeiro deles é Gideon Levy do jornaleco panfletário Haaretz que publicou um editorial no dia primeiro de abril com o título de “Forças de Massacre de Israel”, afirmando que o IDF cometeu uma massacre na fronteira de Gaza e que se deve deixar palestinos invadir Israel.

Bernie Sanders, senador democrata pelo Vermont (625.000 habitantes, menos de 6 mil judeus), ex-pré-canditato à presidência deve ser o judeu mais fdp do mundo, representante cantado em verso e prosa pela esquerda judaica norte-americana. Enquanto o Príncipe da Arábia Saudita estende a mão para Israel, este safado do interior dos EUA grita que não acredita nos israelenses. Imagine o que ele teria feito se Trump não estivesse no poder?

O segundo pulha da esquerda judaica é o queridinho da comunidade judaica Democrata nos EUA, o epifânio  senador Bernie Sander, que poderia até ser o presidente atual dos EUA. Sanders, safado como sempre, pediu espaço a CNN para ser entrevistado sobre o que aconteceu na fronteira entre Israel e Gaza e aproveitou para discorrer sua agenda antissemita judaica de esquerda em rede mundial. Inicialmente na entrevista, Bernie Sander afirmou não acreditar “no que os israelenses falam sobre Gaza”. Ele deixou claro que a narrativa do Hamas é a verdadeira e a narrativa do governo de Israel é a falsa. Disse abertamente que havia dezenas de milhares num protesto pacífico e que não houve gente armada atirando contra os soldados de Israel, enquanto Gideon Levy afirmou no editorial cretino que os palestinos “revidaram fogo em autodefesa”. Sanders disse que não havia coquetéis molotov com os palestinos, que não houve queima de pneus, ou seja que tudo o que as imagens DO HAMAS MOSTRARAM só podem ser uma mentira de Israel.

Disse ainda que a morte de 15 ou 17 palestinos foi uma ação “trágica do exército de Israel”. É claro que para Sanders e Levy nunca houve um segundo de simpatia ou compadecimento para os judeus esfaqueados até a morte em Jerusalém, ou gravemente feridos a faca por palestinos nos anos recentes. Nunca houve consideração para as vítimas civis israelenses judias e não judias, cidadãs e turistas, inclusive brasileiras, dos homens-bomba homicidas suicidas palestinos muçulmanos sunitas ao longo de mais de uma década.

Este dois, representam o topo da pirâmide midiática dos judeus ainda fascinados por Marx, por Engels e por Trotsky que não se importam com judeus assassinados e acham trágico matar palestinos que ataquem Israel e os judeus. Gente lixo. Estes dois é claro. Não os palestinos.

ONGs que atuam na Síria, afirmam que desde o início da Guerra da Síria, já foram morto 3.625 palestinos, tanto por forças do Estado Islâmico, quanto de Assad, quanto de grupos do Exército Livre da Síria, pois os palestinos sírios não escolheram apenas um lado do conflito se fragmentaram. Pena que Sanders, não considere isto trágico. Pena que Gideon não considere isto um massacre. Pena que o Hamas e Autoridade Palestina jamais tenham expedido uma só nota de pesas pelo destino de parte de seu povo na Síria. Vai ver que não se importam mesmo.

Fonte: https://www.menorahnet.com.br/11994-2/

 

 

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