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Queimar plantações de judeus é coisa que o mundo humanista aprova
06/06/2018 - 21h04 em Notícias
Bombeiro israelense tenta salvar o que for possível

Toda a gama de gente pró-palestina e contra a lógica, aprova, acha divertido e inteligente que palestinos da Faixa de Gaza utilizem pipas de papel e balões para conduzir bombas incendiárias caseiras sobre a fronteira de Israel. Onde as pipas e balões caírem, um incêndio será iniciado. E todas as áreas onde isto acontece são áreas de produção agrícola no sudoeste do Negev, em Israel.

A Reserva Natural Be’eri mostra a grande destruição de uma pequena bomba molotov

Não é uma onda de ataques que vai ‘curvar Israel’, ou vencer qualquer guerra ou batalha. É apenas para importunar e causar prejuízos. Para piorar a situação, estes ataques estão acontecendo no período seco, onde o fogo se espalha mais rapidamente. Já foram perdidos mais de 11 km2 de vegetação. Um dos locais devastados foi a Reserva Natural Be’eri adjacente à Faixa de Gaza. Outra reserva natural, o parque de Carmia, teve 1/3 de sua área destruída.

Mais de 4 milhões de metros quadrados de plantações de trigo já foram destruídas pelo fogo das bombas palestinas.

Camisinhas cheias de hélio levam mais uma bomba incendiária palestina sobre Israel.

Na foto que abre o artigo, pode-se ver um grupo de balões de gás hélio conduzindo uma bomba incendiária sobre Israel. O uso de balões tem a intenção de atingir áreas mais internas do Estado judeu. Sejam pipas ou balões transportando coquetéis molotov frios (feitos com combustível e ácido sulfúrico, os ataques são de baixíssima tecnologia e eficientes.

O primeiro-ministro de Israel, Bibi Netanyhu ordenou ao Conselho Nacional de Segurança que inicie a dedução dos prejuízos em Israel do dinheiro que o país transfere para a Autoridade Palestina, cuja resposta foi de que o governo de Israel está praticando “um roubo e um ato de banditismo.”

Como sempre, a retórica antissemita é clara: os judeus são ladrões, os judeus podem ter seus campos e plantações queimadas, e os judeus têm o direito sagrado de ficarem quietos enquanto apanham. Se essa pulha palestina quer continuar a viver no século 18, vão se danar.

O COQUETEL MOLOTOV

É possível que a maioria imagine ser uma invenção soviética, mas já era conhecido bem antes. O nome que ficou cunhado até hoje surgiu na Finlândia, quando o país entrou em guerra contra a União Soviética (que a atacou 30/nov/1939 até 13/mar/1940). O ministro soviético das relações exteriores era o Molotov, o mesmo que assinou o pacto de aliança entre Stalin e Hitler em agosto de 1939. Logo no início da guerra entre URSS e Finlândia, a rádio de Moscou publicava em várias línguas que os aviões soviéticos lançavam comida e remédio para as populações finlandesas, quando de fato as bombardeavam. Alguém então saiu-se com o Coquetel Molotov, “a bebida ideal para acompanhar as refeições.” Antes, eram chamados apenas de “bombas de gasolina”.

Fonte: https://www.menorahnet.com.br/12511-2-555-2/

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