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Universidade Hebraica de Jerusalém ia ter como aluna uma liderança do BDS, mas o ministro do Interior de Israel cancelou o visto dela e a botou para fora do país
03/07/2018 - 21h22 em Notícias

Esta Ariel não é uma sereia: é uma lagosta. Mãe judia reformista-americana, profanando o Kotel que para ela foi roubado do palestinos.

É uma notícia que damos com um sorriso de satisfação no canto da boca. Israel, como Estado soberano, e aí não importa se é a direita política ou a esquerda política no poder, acordou finalmente e compreendeu que liberdade de expressão tem limites, principalmente quando quem grita contra o Estado, quer se beneficiar do Estado. E ainda mais quando se trata de um judeu fazendo isto.

Negar a entrada de uma liderança do BDS em Israel é um ato de legítima defesa do Estado Judeu. Nenhum país é obrigado a aceitar a entrada de estrangeiros que militam ativamente e publicamente contra o país. Mas espere um momento: não há outro país nesta posição! Não é mesmo? Apenas Israel e uma escumalha de esquerda política internacionalista é que pretendem boicotar alimentos, produtos tecnológicos, produtos médicos e muito, mas muito abertamente mesmo, as universidades de Israel usando grêmios, fraternidades e uniões estudantis antissemitas para convocar boicotes acadêmicos contra Israel.

Para a judica americana de esquerda Ariel, coordenadora profissional das ações da Code Pink, os judeus de Israel são ladrões. E certamente ela não acredita que 1, 5 milhões de cidadãos de Israel são árabes, não-judeus.

Então, em sã consciência, como é que a sra. Ariel Elyse Gold, 42, judia norte-americana e quadro ativíssimo da Code Pink – Mulheres Pela Paz, ou melhor, Mulheres Pela Paz Sem Israel Na Face da Terra, chega ao aeroporto Ben Gurion, com um visto de estudante afirmando que está matriculada num curso de judaísmo e história de Israel na Universidade Hebraica de Jerusalém, instituição esta que ela manda boicotar num país aquela, que ela manda boicotar também???
Ariel Elyse Gold, é assalariada, profissional, ganha dinheiro para detonar a imagem de Israel, como Diretora de Campanhas do Code Pink. Não podemos deixar de assinalar que ela é membro ativo da Sinagoga Reformista de Ithaca, em Nova Iorque, sendo este reformismo, aquele norte-americano extremado, e não o que muitos consideram como sendo a ARI, do Rio, ou a CIP,de São Paulo. No Brasil, inexiste o reformismo extremado norte-americano.

Para entender melhor este tipo de judeu-não-judaico que importuna o resto dos judeus de forma muito agressiva, é preciso saber que a sra. Ariel Elyse Gold esteve em Israel alguns meses atrás como turista. Poderia ter voltado, caso fosse de fato uma turista. Mas foi uma cretina. Acreditamos que esta foto oficial dela, no uniformesinho de “penólope horrorosa” do Code Pink, tirada e divulgada oficialmente por esta algoz dos judeus, no Muro Ocidental em Jerusalém, seja o suficiente para se entender o quanto esta gente deve ser afastada por meios legais do convívio com os judeus. Travestida de ativista pela paz, profana a Praça do Muro com um cartazete de “Boicote a Israel”.

Verdade? Oficialmente não é verdade. A versão oficial publicada em Israel é a seguinte – Chegando na checagem a que todos são submetidos, com o uniforme pink, despertou suspeitas e na verificação do que ela levava, os policiais de fronteira encontraram cartazes e folhetos conclamando o boicote. A entrada dela ao Muro foi impedida corretamente. A foto que você vê aqui foi tirada em 2015, em visita anterior e está sendo recirculada como se tivesse sido tirada em 2018.

A ação dela, foi notada. Meio difícil de não perceber. A ação do governo foi entregar a ela uma carta (coisa de advogado né…) avisando que ela só poderia entrar novamente em Israel com prévia autorização. E como ela pediu o visto de estudante e recebeu, deve ter considerado que a autorização tinha sido concedida. Erro grave do consulado que emitiu o visto sem consultar as listas de desafetos oficiais, que de fato existe.

“Eu amo os direitos dos palestinos”, provavelmente enforcaria judeus em postes. em nome da paz.

O IMPEDIMENTO NO AEROPORTO BEN GURION E A POSIÇÃO DO GOVERNO DE ISRAEL

No computador das militares que controlam os passaportes o nome dela deu positivo e Ariel foi levada para a área aberta que existe para as pessoas esperarem a liberação. Até nosso José Roitberg já frequentou o local, vocês devem imaginar o porque, aguardando uma meia hora para ser liberado com um “Baruch aba le Israel” (Bem vindo a Israel).

A discussão dela com os militares de controle de fronteira foi um pouco mais longa e o Ministro do Interior Aryeh Deri, foi chamado ao telefone para decidir. A decisão do ministro Deri foi a seguinte:

” Eu estou usando minha autoridade para prevenir a entrada em Israel de uma mulher que vem para agir contra Israel e conclamar ao seu boicote. Ela é uma mulher judia que tentou abusar deste aspecto. É ainda mais sério o fato dela ter sido avisada e ainda assim ter tentado entrar no país. Os ativistas do boicote precisam entender que as regras do jogo mudaram. Nós não vamos permitir à aqueles que ferem o Estado e seus residentes, que entrem no país.
Nos últimos meses vários ativistas do BDS tiveram a entrada recusada em Israel.

O QUE É A CODE PINK

A Code Pink, é uma ONG fundada em 2002,  por três judias democratas de esquerda política nos EUA com uma agenda muito simpática: mulheres contra a guerra e pela justiça social. Poderíamos dizer que seriam, obviamente, agendas até judaicas. Mas o que a Code Pink definiu como ser contra a guerra, é ser a favor dos inimigos dos Estados Unidos e dos aliados dos Estados Unidos. Assim a Code Pink no seu afã contra a guerra, se posiciona pelo boicote à Israel e apoio ao Hamas; se posiciona contra a atuação dos EUA na Síria (todos os outros estão liberados lá); se posiciona contra o apoio norte-americano à Arábia Saudita contra os xiitas iranianos e locais no Iêmen, e se posiciona até mesmo contra as ações militares norte-americanas contra o Estado Islâmico. Obviamente o que o Estado Islâmico faz contra mulheres no Iraque, Síria, Nigéria, Quênia etc não levanta qualquer reprovação das madames de rosa.

Como os nazistas das SA de Hitler faziam com os comércios dos judeus a partir de 1933, as mulheres de rosa tentam impedir a entrada de fregueses em lojas que vendem produtos israelenses, só que em Nova Iorque na segunda década do século 21. É só antissemitismo.
“Islamofobia não é americana”, mulheres pagas e sem noção, acham que suas cabeças ficarão em seus pescoços no Califado Islâmico.
Fonte https://www.menorahnet.com.br/12728-2-559-2/
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